A magia do encarnado, preto e branco

 

Foto: Facebook

 

O Santa Cruz fracassou. Sequer conseguiu se manter na  quarta  divisão nacional para 2024. De certo mesmo só a participação no Estadual, de curta duração. O povão, porém, não se dá por vencido. O manto “encarnado, preto e branco”, como cantou Jackson do Pandeiro, continua circulando por aí, a indicar que, não obstante o abismo em que seu time caiu, a massa tricolor não guardou sua camisa no fundo do baú. Pelo contrário, tem se envolvido nela. Os números dão ideia do tamanho dessa paixão.

Na Série D 2023, embora não tenha ido até o fim, o Tricolor do Arruda teve a melhor média de público –14.535 torcedores por jogo contra 2.713 do campeão, o Ferroviário do Ceará. A vice-campeã Ferroviária-SP aparecia com 1.700.

Segundo o órgão que cuida das estatísticas do Brasileirão, do total de 128 integrantes das quatros séries do Campeonato Brasileiro, A, B, C e D, o Santa Cruz, no último levantamento, era o 20º colocado em média de público. Diante disso vem a pergunta sobre como um clube com tamanha popularidade chegou praticamente ao fundo do poço?  Isso é outra história.

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