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| Presidente Samir Xaud, da CBF, anunciando a novidade (Foto: Rafael Góes-CBF) |
Depois da alteração do
calendário e da instituição do fair-play financeiro, a CBF dá mais um passo
para combater problemas estruturais do futebol brasileiro. Nesta terça-feira
(27), em solenidade comandada pelo presidente Samir Xaud, a entidade anunciou o
primeiro modelo de profissionalização da arbitragem nacional, que contemplará
inicialmente 72 árbitros. Para tanto, a entidade vai investir cerca de R$ 195
milhões para o desenvolvimento e profissionalização dos árbitros no biênio
2026/2027.
Haverá ainda uma rotina de
capacitação, com imersões mensais, com aulas teóricas, testes e sessões
práticas em campo. Poderão dispor também de recursos da análise de desempenho,
com feedbacks individualizados após cada partida, em que discutirão lances polêmicos.
“Muito importante esse suporte
à disposição dos árbitros, com o auxílio de profissionais da saúde, como
psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, professores de educação física,
entre outros, além de planos individualizados para a rotina semanal de treinos
e o monitoramento tecnológico, com dados biométricos de performance avaliados
periodicamente”, destacou o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF,
Rodrigo Cintra.
Veja a lista dos árbitros
contemplados.
20 ÁRBITROS CENTRAIS
Alex Stefano, Anderson
Daronco, Braulio Machado, Bruno Arleu, Davi Lacerda, Edina Batista, Felipe
Lima, Flávio Souza, Jonathan Pinheiro, Lucas Casagrande, Lucas Torezin, Matheus
Candançan, Paulo Zanovelli, Rafael Klein, Ramon Abatti, Raphael Claus, Rodrigo José
Pereira de Lima, Savio Sampaio, Wagner Magalhães e Wilton Sampaio.
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| Pernambucano Rodrigo José Pereira de Lima (Arquivo) |
40 ASSISTENTES
Alessandro Matos (CBF), Alex
Ang (FIFA), Alex Dos Santos (CBF), Alex Tomé (CBF), Andrey Freitas (CBF), Anne
Kesy (FIFA), Brigida Cirilo (FIFA), Bruno Boschilia (FIFA), Bruno Pires (FIFA),
Celso Silva (CBF), Cipriano Silva (CBF), Daniela Coutinho (FIFA), Danilo Manis
(FIFA), Douglas Pagung (CBF), Eduardo Cruz (CBF), Evandro Lima (CBF), Fabrini
Bevilaqua (FIFA), Felipe Alan (CBF), Fernanda Kruger (FIFA), Fernanda Nandrea
(FIFA), Francisco Bezerra (CBF), Gizeli Casaril (FIFA), Guilherme Camilo
(FIFA), Joverton Lima (CBF), Leila Naiara (FIFA), Leone Rocha (CBF), Luanderson
Lima (FIFA), Luiz Regazone (CBF), Maira Mastella (FIFA), Michael Stanislau
(CBF), Nailton Junior (FIFA), Neuza Back (FIFA), Rafael Alves (FIFA), Rafael
Trombeta (CBF), Rodrigo Correa (FIFA), Schumacher Gomes (CBF), Thiaggo Labes
(CBF), Thiago Farinha (CBF), Tiago Diel (CBF) e Victor Imazu (FIFA).
12 DO VAR
Caio Max, Charly Wendy, Daiane
Muniz, Daniel Bins, Diego Lopez, Marco Fazekas, Pablo Ramon, Rodolpho Tolski,
Rodrigo Dalonso, Rodrigo Guarizo, Rodrigo Sá e Wagner Reway.
REMUNERAÇÃO
Elaborado pelo Grupo de
Trabalho de Arbitragem, liderado por Netto Góes, Helder Melillo e Davi Feques,
e que conta com a participação de 38 clubes das Séries A e B, consultores
internacionais, árbitros, federações e associações, o Programa de Profissionalização
da Arbitragem (PRO) está estruturado em quatro pilares e começará oficialmente
em março.
Os árbitros serão remunerados,
com salários mensais, taxas variáveis e bônus por performance, e deverão se
dedicar prioritariamente à atividade, sem a obrigação de exclusividade.
Neste primeiro momento, o
modelo é voltado para o Brasileirão da Série A, mas os árbitros
profissionalizados poderão trabalhar em outras competições no decorrer do ano.
Os pilares que formatam o PRO
são divididos em “Estrutura Geral”, “Excelência com Saúde”, “Capacitação
Técnica” e “Tecnologia e Inovação”, com uma série de medidas que vão nortear a
rotina de todos os profissionais que vão atuar no Programa.
Além da remuneração
específica, os 72 árbitros vão ser avaliados sistematicamente por observadores
e uma comissão técnica. contratada pela CBF. Receberão notas por uma composição
de variáveis, como controle de jogo, aplicação das regras, desempenho físico e
clareza na comunicação. Integrarão um ranking que será atualizado a cada
rodada.
Os pioneiros da
profissionalização da arbitragem brasileira vão dispor de planos
individualizados, com uma rotina semanal de treinos, e estarão sob
monitoramento tecnológico. Eles vão contar com todo suporte na área de saúde e
passarão por quatro avaliações anuais, com testes físicos e de simulação de
jogo.
Haverá ainda uma rotina de
capacitação, com imersões mensais, com aulas teóricas, testes e sessões
práticas em campo. Poderão dispor também de recursos da análise de desempenho,
com feedbacks individualizados após cada partida, em que discutirão lances polêmicos.
Fonte: CBF
Foto de Samir Xaud: Rafael
Goes-CBF


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