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| Reprodução Wikipédia |
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| Reprodução Fred Ribeiro |
O Galo da Madrugada e sua vitória sobre o galináceo mineiro
Não briguem com o nosso Galo da Madrugada. O de Minas
Gerais, mesmo sendo uma potência no futebol nacional, resolveu encará-lo e se
deu mal. Queria que o daqui deixasse de usar a simbologia galinácea sobre a qual
defendia uma suposta privacidade.
Os dois não são rivais em nada. É cada um na sua. Não são
concorrentes, conforme definiu a justiça do Rio de Janeiro, à qual o clube
mineiro recorreu. Um levanta a perna para chutar a bola, outro usa os membros
inferiores para fazer o passo.
O Clube Atlético Mineiro é apelidado de Galo, nome de
batismo e de registro da festiva agremiação pernambucana que arrasta uma incalculável
multidão pelas ruas do Recife todo Sábado de Carnaval. O Atlético está cansado
de encher o Mineirão. Lá e cá, as atividades dos dois galos diferem.
O conhecido bípede está espalhado pelo Brasil, de Norte a
Sul.
Para citar dois galos mais conhecidos por estes lados, eu
aponto o Treze de Campina Grande-PB, o famoso Galo da Borborema, e o Clube de
Regatas Brasil (CRB)-AL, o Galo da Pajuçara. O alvinegro paraibano foi fundado por
13 amantes do futebol, conta a história, por isso recebeu o nome de Treze,
número que no jogo de bicho equivale à valente ave doméstica.
O Galo paraibano gerou até um filhote pernambucano. Trata-se
do Treze do Vasco, fundado, pelo que sei, por peladeiros campinenses que viviam
no bairro recifense de Vasco da Gama. Resolveram formar um time de amadores, ao qual deram o
nome do clube de sua eterna paixão.
Isto posto, desejamos um excelente carnaval ao Galo da
Madrugada e uma grande temporada futebolística ao Galo que tão bem representa a
histórica e poética Terra das Alterosas.


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