| Torcidas do Ceará e do Fortaleza em dia de gala no Castelão (Reprodução) |
O jornal O ESTADO, de
Fortaleza, publicou matéria assinada por Ismael Azevedo, sobre uma punição, leve, é verdade, aplicada a duas
facções de torcedores cearenses. Vale a pena reproduzir a maior parte do texto:
“As torcidas organizadas do
Ceará e do Fortaleza foram punidas com a suspensão de uma partida após decisão
do Ministério Público do Ceará (MPCE), divulgada neste domingo (25). A medida
atinge a Torcida Organizada do Ceará (TOC) e a Torcida Força da Galera (TFG).
A punição foi aplicada após um
confronto entre integrantes dos dois grupos, registrado após a partida entre
Horizonte e Fortaleza, realizada na quinta-feira (22). O episódio ocorreu na
BR-116, nas proximidades do bairro Palmeiras, e deixou um torcedor ferido.
Por meio do Núcleo do Desporto e Defesa do Torcedor (Nudetor), o MPCE comunicou
oficialmente a decisão à Federação Cearense de Futebol (FCF), além de notificar
os clubes envolvidos, a Polícia Militar do Ceará (PMCE) e o Tribunal de Justiça
Desportiva do Futebol do Ceará (TJDF-CE). A determinação já está em vigor.”
Segundo a notícia, a TOC foi impedida de comparecer ao jogo entre Ceará e
Ferroviário, domingo (25), enquanto a
TFG não pôde se fazer presente à partida Fortaleza x Floresta, nessa
segunda-feira (26). Ambos os jogos pelo
Campeonato Cearense.
Tal fato mostra o que todo o
Brasil já sabe sobre o crescimento do estado de beligerância entre torcedores em
todo o País.
No Recife, domingo passado (25),
momentos antes do Clássico das Emoções em que o Náutico venceu o Santa Cruz por
4 x 0, um grupo de torcedores do Santinha enfrentou uma turma de adeptos do
Sport, que nada tinham com o jogo. Isso ocorreu na Capital, a alguns quilômetros
do local do encontro, a Arena de Pernambuco, localizada no município de São
Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife.
O que ocorreu no Ceará e em
Pernambuco é mais uma demonstração do poderio que criminosos travestidos de
torcedores exercem em torno do futebol, o que está a merecer atitudes severas
das autoridades, em vez de simples paliativos.
Felizmente, em relação a
Pernambuco, a governadora Raquel Lyra decidiu aderir aos que lutam contra este lado
degradante que a cada dia mais se alastra no futebol, ela que nasceu num lar no
qual a sadia convivência desportiva predominava Leia mais na coluna No Pé da Conversa,
no site Lenivaldo Moraes Aragão, no Facebook, e no Blog de Lenivaldo Aragão.
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