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| Foto: Graça Lucena |
Na foto, eu estou em Caruaru,
dando uma de turista, sem ser, com minha
mulher Aldeci Lucena Aragão, caruaruense da gema. E eu nascido na minha
encantadora Santa Cruz do Capibaribe, com um pé plantado na terra de Vitalino,
embora tenha me fixado no Recife ainda quando era de menor idade. Em Caruaru
tenho muitos parentes de meus dois ramos familiares – Moraes, de minha mãe
Donina, e Aragão, de meu pai Abner.
Eu e minha eterna namorada
estamos rendendo homenagem ao desbravador
de terras inexploradas José Rodrigues de Jesus, o fundador da antiga fazenda
Caruru – nome original da Capital do Agreste, segundo os historiadores.
A estátua retratando o
importante vulto da cidade está colocada no Marco Zero de Caruaru, ou seja, no
ponto onde tudo começou, em plena Rua XV de Novembro, local da antiga Festa do
Comércio, que se realizava a cada fim de ano.
EM TEMPO: na velha estação
ferroviária de Caruaru, eu, com idade entre três e quatro anos, dei a maior
carreira de minha vida ao ouvir pela primeira vez o apito do trem chegando à
estação. Meu tio Floriano Moraes teve que soltar a perna para me agarrar. Eita
medo do bicho, que ainda por cima soltava fumaça!

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