TIMBU
E LEÃO ASSISTINDO DE CAMAROTE
O Náutico
chegou primeiro, voando. O Sport andou hesitando, mas reagiu e foi fazer
companhia ao Alvirrubro no andar de cima. Os velhos rivais são semifinalistas, antecipadamente
classificados, do Campeonato Pernambucano 2026. Nessa condição assistirão de
camarote à disputa que indicará os dois times que completarão o quarteto das
semifinais, do qual sairão os dois finalistas.
QUEM CONTRA
QUEM
Os
jogos, de ida e volta, da próxima fase são Maguary x Retrô e Santa Cruz x
Decisão, em 7 e 8 de fevereiro. Enquanto os quatro fazem a bola rolar, os treinadores Hélio dos Anjos e Roger
Silva poderão analisar com maior profundidade o provável adversário do Timbu e
do Leão na batalha, também em dois atos, que levará à final. O Leão chegou lá
ao derrotar o Santa Cruz por 2 x 1, neste sábado (31), diante de 20.631 rubro-negros,
em jogo de torcida única, na Ilha do
Retiro. Os gols foram de Gustavo Coutinho e Micael (Spo) e Eurico (San).
PARA
CONFERIR
Com os
resultados da última rodada da primeira fase – Sport 2 x 1 Santa Cruz, Retrô 0
x 1 Decisão, Vitória 2 x 3 Náutico e Jaguar 1 x 2 Maguary, a classificação da
etapa inicial foi esta: 1º) Náutico (semifinalista antecipado), 18 pontos; 2º)
Sport (semifinalista antecipado), 14; 3º) Retrô, 11; 4º) Santa Cruz, 10; 5º)
Decisão, 9; 6º) Maguary, 9 (Os quatro, a partir do Retrô, disputarão as duas
vagas restantes para participação nas semifinais); 7º) Vitória, 4; 8º) Jaguar,
3. (Os dois últimos não correm o risco de serem rebaixados, tendo presença
assegurada no certame de 2027. Neste ano, devido a uma questão de ajustamento não
há decesso.)
GOL NO FINZINHO É DE AMARGAR
A
expressão é antiga e ainda faz parte do vocabulário pernambucano, embora de pouco
uso, significando desgosto, dificuldade, atropelo e por aí vai. Este foi o sentimento
da equipe tricolor ao levar o gol de Micael aos 46 minutos do segundo tempo,
portanto, já nos acréscimos do Clássico das Multidões. É verdade que o empate
beneficiaria o Sport, porém amenizaria o sofrimento do povão tricolor. Apesar
de necessitar de alguns ajustes, principalmente do meio para trás, o Santa me
pareceu melhor do que noutras jornadas. Não se pode falar em injustiça no
placar, porém, um triunfo coral não seria surpreendente. E o Sport? Agora, com
o time de barbados, começa a se encorpar. É como se tivesse dado um aviso aos concorrentes:
“Ei turma, entrei na briga pra valer!”
QUEBRA
PAU
Mais
uma vez o noticiário policial registrou baderna envolvendo desordeiros, fazendo
de conta serem torcedores do Santa e do Sport. Sempre digo que é necessária uma
lei a ser criada pelas autoridades do Brasil para procurar dar cobro a esse
estado de beligerância. Cadeia para esses marginais, nada de agir alisando a
cabecinha. A governadora Raquel Lyra, neta de um antigo presidente do Central (José
Teixeira) e sobrinha de um ex-diretor de futebol do alvinegro de Caruaru
(ex-ministro Fernando Lyra) e filha de um desportista (ex-governador João Lyra
Neto) passou a fazer parte do mutirão que busca uma solução para valer desse
mal que tanto tem afastado os torcedores, dos estádios e das ruas vizinhas, em
dias de jogos.
FOI O
JUIZ
Na
minha caminhada deste domingo, cedo, pelo calçadão de Boa Viagem, pude ouvir o
clamor de biscateiros da areia, torcedores do Santa Cruz, naturalmente, culpando
o árbitro Paulo Belence Filho por mais essa derrota da Cobra Coral. “O Santa
foi roubado contra o Náutico e agora contra o Sport”, queixava-se um, enquanto
desembalava uma caixa de cervejas que seriam consumidas mais tarde pelos frequentadores
da praia.
CLAUDEMIR
GOMES NA FOLHA
A
direção do vibrante matutino recifense “Folha de Pernambuco” em boa hora levou
de volta às suas páginas esportivas o competente e experiente cronista
esportivo Claudemir Gomes. Com seu vasto conhecimento das coisas do campo e dos
bastidores do futebol, bem como de outros esportes, além do belo texto com que expõe
seu pensamento, o experiente Mimo, como é conhecido entre os colegas de
batente, estará mantendo contato com os torcedores às segundas, quartas e
sextas-feiras. Um presente da Folha aos seus leitores.
DE
CARA, NO CALÇADÃO
Em
plena caminhada pelo calçadão de Boa Viagem deparo-me com Varlindo Carneiro, cuja
vida até hoje é dedicada ao desporto, principalmente o atletismo. No momento
Varlindo preside o Panathlon Club Recife, ao qual se dedica de corpo e alma,
juntamente com um grupo de treinadores das mais diversas atividades esportivas,
árbitros, professores de educação física, que já não estão em atividade. O
Panathlon poderia ser comparado a um Rotary ou Lyons, clubes prestadores de
serviço, sem fins lucrativos.


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