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| Foto: Iago Aragão |
O VELHO AMÉRICA NA BAHIA - “Salve o América / Campeão do Centenário / Salve o América/ Tua glória é um rosário”. A estrofe que abre o Hino do América do Recife, composto pelo radialista Mário Filho – nada a ver com o Mário Filho jornalista, também pernambucano, que dá nome ao Maracanã – me vem à memória neste momento. A camisa alviverde fará parte de um pequeno painel em Salvador. Explico: no próximo mês, o ex-lateral-esquerdo Ney Andrade, potiguar que defendeu o Periquito e o Sport, completa 90 anos. Na comemoração familiar haverá uma exposição com as camisas que Ney vestiu, incluindo as dos dois clubes pernambucanos e de outros, como Fluminense-RJ e Bahia. A do América foi um presente dos irmãos João Antônio e José Alexandre Moreira (Mirinda), filhos de Zezé, um dos Irmãos Moreira, que reinaram no América – os outros foram Rubem e João. Atualmente, o Clube da Estrada do Arraial é presidido por João Antônio, tendo em Mirinda um grande baluarte. A camisa do Sport está sendo encaminhada.
INCHAÇO NA COPA – É isso
o que acontecerá se a Fifa atender à sugestão da Conmebol. Para a entidade
sul-americana, a Copa de 2030, a ser
disputada na Espanha, Portugal e Marrocos, passaria dos atuais 48 participantes,
nos EUA, Canadá e México para 64. A Fifa já disse que não dá, mas a turma ainda
vai insistir.
ZÉ LUCAS, SPORT E CASAS JOSÉ ARAÚJO – Jogador cada vez mais
valorizado. É o que acontece sempre que o meiocampista Zé Lucas é convocado pela
CBF, como agora que foi chamado para os dois amistosos com o Chile, na categoria
Sub-20. Lembra um velho jargão das Casas José Araújo: “E o povão gostando”,
alguém se lembra?. No caso Zé Lucas é só trocar o povão pelo Sport!
PÊNALTI É LOTERIA? – Se essa
tirada da sabedoria popular for comprovada pelos cientistas, mais que depressa,
o Náutico deve mandar seus atacantes para as filas das casas lotéricas, haja
vista a frequência com que a turma dos Aflitos vem farrapando em cobranças de
penalidades máximas. Rapidamente na lembrança, Paulo Sérgio, Vinícius, Dodô...
Agora, venhamos e convenhamos, eles erram, mas também acertam.
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| Paulo Sérgio-Reprodução |
CAMPEÃO DO MUNDO NO
PIAUÍ– O pernambucano Ricardo Rocha, campeão do mundo em 1994, nos Estados
Unidos, ex-Real Madrid, no auge do time
merengue, além de ter defendido outros clubes famosos, foi contratado para
desempenhar a função de consultor no Fluminense do Piauí. O eterno ídolo da torcida do Santa Cruz sabe
das coisas dentro e fora das quatro linhas e pode ajudar o tricolor piauiense.
AS MENINAS DO SPORT –
Novamente em campo. Neste domingo, 24, no Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina,
às 16 horas, elas precisam derrotar o Atlético Piauiense. É a 11ª da 15ª
rodada. O time da casa está na 4ª posição, e a equipe da Ilha tem dois degraus
abaixo, em 6º lugar. Para as leoninas, portanto, vencer é preciso.
APARECEU A MARGARIDA – No passado,
quando o Náutico era respeitado nacionalmente, os times que perdiam nos Aflitos
muitas vezes botavam a culpa no gramado. O clube ainda não tinha CT e treinava
lá mesmo. Vez por outra jogadores da casa criticavam irregularidades do piso e
o tipo de grama, que só o Timbu usava. O campo passou por um completo reparo,
tendo sido eliminadas as imperfeições do terreno e substituído o gramado. Nunca
mais ninguém reclamou. Só agora o presidente Cristiano Dresch, do Cuiabá, usou
de uma verdadeira palmatória giratória para falar mal dos Aflitos, depois que da
derrota de sexta-feira, 22. Vejamos um trecho de suas declarações: “A bola
quica, o jogador não consegue dominar a bola. Campo fofo. Campo horrível. É um
campeonato que um faz sacrifício para pagar salário e o outro não paga, que um
faz sacrifício para cuidar de campo e o outro faz de qualquer jeito''. O
presidente do Náutico, Bruno Becker, já respondeu. Depois a gente fala.
APELIDOS NO MUNDO DA BOLA
ALEMÃO, O CANHÃO DA ILHA - O Sport teve dois
jogadores assim cognominados. Um era ponta-direita e defendeu o Leão em 1933; o
outro, lateral e zagueiro central, vestiu a camisa leonina no início dos anos
60, tendo sido bicampeão estadual em 1961/62.
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| Alemão, o Canhão da Ilha, no Torneio de Nova York: em pé, Alemão, Valter, Leduar, Baixa, Tomires e Neninho; agachados, Garrinchinha, Djalma, Fescina, Abílio e Bentancor (Arquivo) |
Chamado Aderivaldo Correia de
Arruda, fazia parte de uma família de jogadores. Era irmão do célebre goleiro
Manga, do também goleiro Manguito e do zagueiro Dedé. Caracterizava-se pela
potência do seu chute em bolas paradas, o que o levou a ser tratado pela mídia,
como O Canhão da Ilha. Saído do juvenil rubro-negro, Alemão foi campeão no
profissional pela primeira vez em 1961. Terminado o jogo decisivo, para cumprir
promessa, fez a pé e uniformizado, à noite, o percurso Ilha do Retiro até o fim
da Av. Caxangá, onde ficava a concentração leonina. Uma caminhada e tanto.
Jogou ainda no América-RJ e no Remo-PA. Havia
muita gente com este apelido jogando bola, mas o famoso mesmo foi este.




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