Faltando
cinco dias para a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, Bruno
Guimarães analisou o momento da Amarelinha em entrevista coletiva concedida
nesta segunda-feira (8), no Hotel The Ridge, em Nova Jersey, nos Estados
Unidos. O meio-campista demonstrou confiança após as vitórias nos últimos dois
amistosos, com Panamá e Egito.
“Acho que
tivemos grandes momentos nesses dois amistosos. A gente está cada vez mais
pronto, mais focado. Temos uma semana para trabalhar, para zerar todas as
dúvidas do Mister, mas a gente se sente preparado e pronto. Mal podemos esperar
para começar”, afirmou.
O jogador
também realçou a importância de iniciar a competição com vitória. O Brasil
enfrenta o Marrocos, no próximo sábado (13), às 19h (Brasília), no MetLife
Stadium, pelo Grupo C.
“A gente
sabe que, quando começa a Copa do Mundo, todo mundo esquece tudo o que
aconteceu antes. Então, o primeiro passo é o mais importante para a gente. É
estrear e começar com vitória. Porque tudo se baseia no primeiro jogo, e a
gente quer muito e nos sentimos preparados para começar com o pé direito”,
frisou o camisa 8 do Brasil, autor do primeiro gol do triunfo por 2 a 1 sobre o
Egito.
RESPALDO
DE ANCELOTTI
Bruno
Guimarães destacou a importância do treinador Carlo Ancelotti na consolidação
do seu papel como jogador da Seleção Brasileira.
“Eu acho que
ele, com o (Fernando) Diniz, foi o cara que mais me deu confiança para jogar
aqui. Foi o cara que, em uma das primeiras convocações, me chamou e perguntou
onde eu queria jogar, onde eu me sentia mais seguro para jogar. Foi um cara que
me deu essa abertura para desempenhar o melhor futebol que eu jogo no clube.
Hoje eu posso ser aqui o Bruno que eu sou no meu clube”, explicou.
Convocado
para sua segunda Copa do Mundo, Bruno teve neste ciclo um protagonismo maior do
que na preparação para o Mundial de 2022. Mais experiente e consolidado, ele se
vê um jogador mais “pronto” e “tranquilo” para viver este momento.
“Acho que
sou um jogador muito mais pronto hoje do que eu era há quatro anos atrás. Ainda
era tudo novo para mim. Acabou que não fiz o ciclo completo da última vez. Me
sinto muito mais experiente, não gasto tanta energia com coisas que eu gastava
há quatro anos atrás. Então, me sinto muito mais tranquilo para entrar e para
jogar”, afirmou.
Apesar da
qualidade individual dos 26 selecionados por Ancelotti, ele comentou os pontos
necessários para que a Seleção Brasileira faça uma boa Copa do Mundo.
“Em uma Copa
do Mundo, só o talento não é o suficiente. Você tem que trabalhar duro, você
tem que correr com os onze, defender na hora que tem que defender, e atacar na
hora que tem que atacar. É um mix de tudo, eu diria. É muito coração e
acreditar até o final”, concluiu.
TEXTO: Assessoria
de Imprensa/CBF
FOTO: Rafael
Ribeiro/CBF

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